Reflexão da Semana | Manhã de Bençãos

Lamentações 3.19-40

“A benignidade do Senhor jamais acaba, as suas misericórdias não têm fim; renovam-se cada manhã…” (vv.22,23).

O que é eterno nunca se renova, mas a incoerência do texto é apenas aparente. Um dos atributos de Deus é a sua eternidade. Ele é sempre benigno, sempre misericordioso. Deus nunca muda. Ele é a fonte de todo o bem. Existem dois aspectos no que tange à benignidade e à misericórdia do Senhor: O de que “jamais acaba” e “não têm fim”, porque provém do Deus Eterno; e o aspecto humano, de que se “renova”.

Por exemplo, do ponto de vista do universo uma estrela não costuma acender e apagar, mas no amanhecer da terra, o dia começa com o nascer do sol. A noite é uma das realidades de cada dia de 24 horas. Quando o sol se põe nós temos escuridão. Como criaturas de Deus estamos sujeitos às variações diárias de luz, calor e umidade.

Encontramos em Apocalipse 22.16 que Jesus é a: “resplandecente estrela da manhã”. Astronomicamente falando, a estrela da manhã é o planeta Vênus. O sol incide sobre Vênus tornando-o muito brilhante, ao mesmo tempo em que percebemos o nascer do sol.

Jesus Cristo, o Deus-Homem, fez com que se renovasse a vida para a humanidade por causa de Sua morte vicária e da ressurreição. Ele se tornou o reflexo da luz de Deus entre os homens, por isso disse: “Eu sou a luz do mundo” (João 8.12).

Ainda que na vida humana ocorram circunstâncias que pareçam uma noite sem luz, o que Cristo realizou por nós é uma esperança concreta de que logo virá o sol pleno. (leia Provérbios 4.18)

 

Pr. Daniel Teixeira de Azevedo

Faculdade Teológica Betânia

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Dizia-lhes: Na verdade, a seara é grande, mas os trabalhadores são poucos; rogai, pois, ao Senhor da seara que mande trabalhadores para a sua seara.
Lucas 10:2
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